A quem deve servir a Justiça Eleitoral? Aos partidos? Aos políticos? Nunca. Ela existe para garantir ao eleitor que seja ele bem informado e tenha à sua disposição, durante as campanhas, todas as ferramentas necessárias para escolher quem o representará nos parlamentos e quem, nos governos, governará em seu nome.
Quem ganha com esse papel da Justiça Eleitoral? Sem dúvida, o eleitor, mas também os políticos que levam a sério a responsabilidade de bem servir àqueles que os escolheram.
Se a Justiça Eleitoral não estiver cumprindo o papel que lhe cabe em favor do eleitor, alguma reforma precisa ser feita — e com urgência.


