
O antídoto contra a “tirania” dos partidos.
Os partidos políticos deveriam ser os pilares da democracia, organizando a vontade coletiva. Na prática, porém, muitos se tornaram estruturas opacas, voltadas a interesses de cúpula e, em casos extremos,


Os partidos políticos deveriam ser os pilares da democracia, organizando a vontade coletiva. Na prática, porém, muitos se tornaram estruturas opacas, voltadas a interesses de cúpula e, em casos extremos,

O Prefeito de Teresópolis e o Presidente Lula, posaram para as fotos e anunciaram a transferência de uma área de 2,8 milhões de metros quadrados do INSS para um projeto

Ontem, tirei uma hora do meu dia para assistir o discurso do polêmico Steve Bannon no Hillsdale College. Valeu a pena, pois o cara é mesmo muito bom na prática

O que é reputação? É o mesmo que imagem? Não. Sobre o tema eu tive uma boa conversa com o craque Fábio Gomes e lembrei de Plutarco, Licurgo e Alcandro.

Minha estante. “Se Deus é aquele velho pintado por Michelangelo na abóbada da Sistina, já cogitei esperá-lo na esquina para lhe dizer umas boas. Na adolescência, refleti sobre um traço

Uma aula com Paulo Guedes. Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos, o Reino Unido e a França criaram uma nova ordem internacional baseada em dois pilares fundamentais: no

Um jumento que acredita ser uma deusa. Não faça das oportunidades que a vida lhe dá, ameaças. Conta uma fábula, que um jumento entrou numa cidade tendo a imagem de

“Seja breve…” Se passar por Hegel, você terá Noel Rosa O filósofo Hegel é dono de uma advertência válida para juízes, advogados, políticos e todas as pessoas que precisam argumentar
Collor e Dilma deveriam ser motivos suficientes para reprovar de vez o marketing eleitoral como instrumento para vencer eleições. O consultor de campanhas eleitorais Jackson Vasconcelos expõe de forma bem-humorada o enredo de algumas importantes campanhas e demonstra que a estratégia é elemento imprescindível para a composição dos resultados eleitorais…
‘O jogo dos Cartolas – Futebol e Gestão’ é um olhar crítico da gestão de clubes pela ótica de um executivo que gerenciou por quatro anos um dos grandes clubes brasileiros – o Fluminense Football Club – sem ter, durante toda a sua vida, torcido por um time de futebol. Com essa visão diferenciada, o autor identifica por que todos que se relacionam com o futebol enriquecem, na mesma proporção que os clubes vivem à beira da falência…