
É a vontade de Deus?
“O erro e o pecado são meus, mas onde está a nossa vontade, se tudo é vontade de Deus?” Escreveu Oswaldo Montenegro, numa oração belíssima. Ele termina a canção dizendo:


“O erro e o pecado são meus, mas onde está a nossa vontade, se tudo é vontade de Deus?” Escreveu Oswaldo Montenegro, numa oração belíssima. Ele termina a canção dizendo:

Três imagens marcam a COP 30 na minha cabeça: o caríssimo iate Iana 3; o incêndio num dos pavilhões da exposição e o novo companheiro inseparável do Presidente da República,

“Vendidos como animais, são comprados às centenas pelos donos de grandes propriedades, que os submetem ao controle de um capataz – na maioria das vezes, pior do que o próprio

Nas eleições realizadas no dia 4/11/2025 nos EUA os democratas avançaram em estados e cidades estratégicos e os republicanos amargaram derrotas em disputas apoiadas por Donald Trump. Abigail Spanberger venceu

O Senado aprovou o pedido do Supremo Tribunal Federal para criar 160 novas funções comissionadas, destinadas a ampliar a segurança de cada um dos 11 ministros da Corte. Quarenta cargos

Uma boa notícia circulada neste mês de outubro de 2025 nos foi dada pelo Congresso Nacional. Por lá se disse não ao desejo do governo federal de arrancar mais 20

“Homicídios demais sem solução”. A frase é título de um dos editoriais da Folha de São Paulo, publicados na edição de hoje, 8 de outubro de 2025. Pelo título já se

SERMÃO.“Talvez dês esmolas. Mas, de onde as tiras, senão de tuas rapinas cruéis, do sofrimento, das lágrimas, dos suspiros? Se o pobre soubesse de onde vem o teu óbulo, ele
Collor e Dilma deveriam ser motivos suficientes para reprovar de vez o marketing eleitoral como instrumento para vencer eleições. O consultor de campanhas eleitorais Jackson Vasconcelos expõe de forma bem-humorada o enredo de algumas importantes campanhas e demonstra que a estratégia é elemento imprescindível para a composição dos resultados eleitorais…
‘O jogo dos Cartolas – Futebol e Gestão’ é um olhar crítico da gestão de clubes pela ótica de um executivo que gerenciou por quatro anos um dos grandes clubes brasileiros – o Fluminense Football Club – sem ter, durante toda a sua vida, torcido por um time de futebol. Com essa visão diferenciada, o autor identifica por que todos que se relacionam com o futebol enriquecem, na mesma proporção que os clubes vivem à beira da falência…